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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Guillon & Wantuil

Guillon Ribeiro

           “Luiz Olímpio Guillon Ribeiro,  o melhor tradutor de Allan Kardec, que foi um dos maiores e mais puros evangelizadores do Brasil, que foi dos mais profícuos presidentes da Casa-Máter do Espiritismo, que foi modelo de bondade e de trabalho, que foi o tradutor de tantas obras espíritas nas quais nós, até hoje, podemos e poderemos sorver a montqnha de conhecimentos que a Doutrina encerra; Guillon Ribeiro, que não encontrou até hoje quem lhe fizesse a menor restrição ao esforço e ao comportamento fez  de homem e espírita; Guillon Ribeiro, entretanto, considerava que, dentre todos os seus trabalhos, um realmente fora o de maior importância e o que tornara útil a sua existência. Foi uma tradução que ele fez e da qual, logo saída do prelo, ofereceu umexemplar ao seu amigo íntimo Wantuil de Freitas, com a seguinte dedicatória explicativa:

            “Digne-se o querido amigo e excelente companheiro Wantuil de Freitas aceitar a oferta que lhe faço desta grandiosa e imorredoura obra, ao ser posta em giro a segunda edição da sua tradução brasileira, de minha autoria, Não como simples formalidade, determinada por mero dever de cortesia e de fraterna camaradagem, mas como prova de grande amizade e de admiração sincera, pois que sua tradução representa, porventura, o trabalho de maior importância que me foi dado realizar como espírita, aquele que me faculta não considerar de todo inútil a minha existência de obreiro da Seara da Verdade, nem baldados todos os esforços  que hei conjugado dos quantos dos quantos espiritualmente melhor aparelhados para tarefa de tão alta monta, se tem consagrado a demonstrar que no Espirtismo ressurge, em todo o fulgor da sua pureza doutrinária, o Cristianismo do Cristo, o excelso Filho de Deus, que jamais houve de sofrer o sepultamento na carne putrecível.”

            O livro autografado e referido é “Os Quatro Evangelhos” , de J.B. Roustaing, terceira edição em português. (Guillon se equivocou na edição).

”Dos Alfarrábios’ por Luciano dos Anjos

Reformador (FEB) Fevereiro 1972

Antônio Wantuil

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