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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Do Espiritismo


Posta Restante (XI)
Sólon Rodrigues

Reformador (FEB) Setembro 1972

P. – Não poderiam todos os agrupamentos espíritas padronizarem-se, agindo de modo uniforme, a bem do próprio desenvolvimento doutrinário?

R. -      Todos diferimos, no campo da evolução.
             A Doutrina Espírita, pela primeira vez na história da Humanidade, é a religião que respeita a personalidade humana. Ela fornece elementos, desencadeia estímulos espirituais, para que nasça do próprio homem; num gesto espontâneo, a sua aproximação das leis divinas.
            Ela não se impõe. Não pede e nem exige comportamentos artificiosos.
            A vista de sua dinâmica, cada profitente interpretará a verdade que a Doutrina revela dentro da largueza ou da estreiteza do seu senso moral.
            Sem violentar consciências, alberga a todos.
            Na pauta das experiências que crescem em cada um de nós, no dia-a-dia, no entanto, seguimos céleres para uma unidade de princípios.
            Agir sem discernimento é um mal.
            A não existência de ações padronizadas é o apanágio da liberdade religiosa que conquistamos com amor e lágrimas, no curso dos milênios.
            Somos livres – graças a Deus!


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