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sábado, 12 de março de 2016

O 3º Anúncio da Crucificação



20,17 Subindo para Jerusalém, durante o caminho, Jesus tomou à parte os doze e disse-lhes:
20,18 “Eis que subimos a Jerusalém e Eu serei entregue aos príncipes, aos sacerdotes principais e aos escribas. Eles Me condenarão à morte.
20,19 E Me entregarão aos pagãos para ser exposto às suas zombarias, ser açoitado e crucificado; mas, ao fim do terceiro dia, ressuscitarei!”

            Para Mt (20,17-19) -3º Anúncio da Crucificação - , temos a orientação de Antônio Luiz Sayão em “Elucidações Evangélicas”:

            “Jesus, neste passo, repetiu a predição que já fizera da sua  ‘morte’  e da sua  “ressurreição”, acrescentando e  precisando novas particularidades.”

            “Jesus, fundamentava os momentos que iam ocorrer e desse modo dava maior peso às suas afirmativas. As narrações dos Evangelistas se completam, como sempre, uma pelas outras.

            Os discípulos não compreenderam, dessa vez, melhor do que das precedentes, o sentido exato das palavras do Mestre. Não atinavam, sobretudo, com o que poderia ser a “ressurreição” de Jesus. Tinham o entendimento obscurecido, quanto a esse ponto, a fim de que os fatos pudessem suceder sem obstáculos.

            Os apóstolos, diz um dos Evangelistas, muito admirados e receosos, seguiam, o Mestre, quando a caminho de Jerusalém. É que temiam os sacerdotes e os principais Judeus, sentindo que seria difícil escapar-lhes.” 

            Apresentamos, ainda, em poucas linhas, uma fração do pensamento de Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns”, quando ele nos diz:
           
            “Por isso dizemos que quem deseje estudar esta ciência (O Espiritismo)  deve observar muito e durante muito tempo. Só o tempo lhe permitirá apreender os pormenores, notar os matizes delicados, observar uma imensidade de fatos característicos, que lhe serão outros tantos raios de luz. Se, porém, se detiver na superfície, expõe-se a formular juízo prematuro e, conseguintemente, errôneo.”    
           


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